Lenny Kravitz lança livro de memórias ‘Let Love Rule’

Lenny Kravitz publicará seu livro de memórias, “Let Love Rule”, em 6 de outubro. Co-escrito pelo biógrafo e compositor David Ritz, o projeto vê o roqueiro compartilhar histórias de seus primeiros anos, culminando no lançamento de 1989 de seu álbum de estreia com o mesmo nome.

“Escrever este livro de memórias tem sido uma experiência bonita e interessante que me levou pelos primeiros 25 anos da minha vida, do nascimento ao lançamento do meu primeiro álbum”, diz Kravitz. “Essa jornada, cheia de aventura, foi onde eu encontrei minha voz. Através dessa experiência, o amor foi a força que abriu o caminho e o amor se tornou minha mensagem”.

“Eu vejo minha história como um conjunto de músicas que têm uma conexão mágica. Eu nunca entendi essa conexão até que me sentei para escrever. Foi então que a mágica começou a fluir”.

‘Let Love Rule’ cobre uma vasta tela que se estende do Upper East Side de Manhattan, Bedford-Stuyvesant do Brooklyn, Baldwin Hills de Los Angeles, Beverly Hills e, finalmente, a França, Inglaterra e Alemanha. O elenco de personagens que cercam Lenny é extraordinário: seu pai, Sy, um poderoso executivo de notícias; sua mãe, Roxie Roker, uma estrela da televisão; e Lisa Bonet, a jovem atriz que se torna sua musa.

LEIA MAIS  Membros do Anthrax e do Shadows Fall lançam a banda Living Wreckage

É a história de um garoto extremamente criativo que, apesar das lutas difíceis na escola e da tensão extrema em casa, encontra salvação na música. Nós o vemos crescer como músico e, finalmente, como compositor, produtor e intérprete. Também vemos o crescimento espiritual de Lenny – e a maneira poderosa como o espírito informa sua música.

“Seja gravando, executando ou escrevendo um livro”, explica o cantor, “minha arte é ouvir a inspiração interior e compartilhá-la com as pessoas. A arte deve aproximar o mundo”. “Minha vida é toda sobre opostos”, escreve Kravitz no livro. “Preto e branco. Judeu e cristão. O Jackson 5 e o Led Zeppelin. Aceitei minha alma de Gêmeos. Eu a possuía. Eu a adorava. Ying e yangs se misturavam em várias partes do meu coração e mente, me dando equilíbrio e alimentando minha curiosidade e conforto”.

FONTE: https://www.antimusic.com/

guest
0 Comentários
Sugestões
Veja todos os comentários