Drenna traz elementos do pop punk e eletrônicos em “A Casa”

A Casa é a nova música da Drenna, um consistente power trio carioca à beira de celebrar 10 anos de carreira.

O nome que batiza a composição é sugestivo ao momento: mostra uma banda confortável em fazer rock e, ao mesmo tempo, ousando a partir do próprio background para trazer elementos do pop punk e eletrônicos à sonoridade – sempre enérgica e empolgante.

Via selo Toca Discos e com distribuição digital da Altafonte, A Casa já está no streaming.

A Casa flerta com o new rock de superstars da atualidade, como Machine Gun Kelly e Maneskin, isto é, junta a vibração da distorção com o balanço de elementos eletrônicos. No campo da música nacional, a Drenna quer ressignificar rótulos e bandeiras, assim como fez Far From Alaska, Supercombo e Francisco El Hombre.

O sentimento de contemporâneo também se dá por meio da produção desta nova faixa da Drenna. Na Toca do Bandido, no Rio de Janeiro, com a expertise de Felipe Rodarte, a produção é cristalina e detalhista, um cuidado que coloca A Casa com uma sonoridade impactante.

Este é o segundo lançamento da Drenna em 2021, que no último mês de agosto soltou a potente e roqueira ‘Sabotagem’ (do disco de estreia Desconectar, 2016) em formato single e videoclipe.

Além do contraponto entre as faixas, Sabotagem como um rock rasgado e de pegada mais tradicional, e A Casa, um rock que dialoga com outros gêneros e mundos, a roupagem mais atual escancara o trio – formado por Drenna Rodrigues (vocalista e guitarrista), Bruno Moraes (baixista) e Milton Rock (baterista) – em evolução, uma constante da carreira, sempre em busca de mais espaços e chegar a mais públicos.

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“Nossa intenção é fazer algo de novo, tendo o rock como base, mas abrindo o leque de possibilidades, inclusive experimentar sonoridades e elementos trazidos de nossas pesquisas musicais”, ressalta a banda.

Novas tecnologias

A Casa, como uma composição, nasceu literalmente dentro da casa da banda. O trio, nos últimos anos, começou a aprender e testar, mesmo que de forma caseira, técnicas de produção, e este Do It Yourself tecnológico fez a diferença.

“Agora começamos a trabalhar as músicas no computador, como aconteceu com as primeiras ideias de A Casa. A pré-produção começou já no digital, foi assim que apresentamos para o Rodarte. É uma forma bacana e mais profissional de entender como a música vai de desenvolvendo”, destacam.

Esta dinâmica, como destaca o produtor Felipe Rodarte, diz muito sobre o que representa A Casa. “Uma música com mais estereótipo de estúdio, diferente da sonoridade do trio tocando ao vivo. É por causa desta pré-produção no digital”.

A letra

A Casa tem sentido figurado. É sobre um lugar dentro do indivíduo, isto é, o corpo humano, que assim como um espaço físico, precisa de ordenação e pequenos – ou grandes – manutenções diárias.

FONTE: Tedesco Mídia

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