Devaneio estreia no cenário psicodélico com disco conceitual

Com postura ousada, Devaneio lança seu disco de estreia com temática conceitual.

O álbum homônimo traz em suas sete faixas reflexões sobre a manifestação da espiritualidade nas religiões, no indivíduo e no universo.

A temática complexa do trabalho, antecipado pelos singles “Entre a Espada e a Cruz” e “Miragem”, casa com as inspirações musicais que transitam pelo rock psicodélico e progressivo, além da forte presença do violão brasileiro e de ritmos tradicionais brasileiros.

“Por ser um disco conceitual, o álbum apresenta uma complexa teia de conceitos, reflexões e citações em seu interior. Primeiramente, a escolha do número 7, presente nas sete músicas que compõem a obra. Sendo este um algarismo que representa os dias da criação do universo e a ideia de espiritualidade e plenitude na numerologia. Curiosamente, este álbum também demorou 7 anos para ser concluído, desde a composição da primeira música em 2013, até sua finalização e gravação em 2020.”, relembra Leo Correa, vocalista e violonista do Devaneio.

A expressão da espiritualidade é a principal ideia do álbum “Devaneio”, que absorve as narrativas mitológicas e religiosas contadas no decorrer da história da humanidade. Da Mitologia Grega ao Cristianismo, passando também pelo Judaísmo, Budismo e Hinduísmo. Todas as visões são valiosas e necessárias para a compreensão de quem somos, o que fazemos aqui e para onde iremos.

“As músicas abordam desde a criação do universo, a partir da Teogonia de Hesíodo – uma narrativa poética e mitológica da Grécia Antiga -; a criação dos Deuses e da humanidade, assim como a criação das religiões e deuses a partir dos anseios e incompreensões humanas; a materialização do sagrado e a criação do caos, citando o episódio bíblico do Bezerro de Ouro; o surgimento do pecado, enquanto instrumento de poder e controle; a destruição de templos e imagens sagradas; a cura pelo se conectar ao lado puro da fé; e por fim a meditação, a transcendência, e o encontro consigo mesmo na percepção de que todos somos deuses.”, detalha Leo.

Como se fosse um manifesto musical, Devaneio fala sobre as contradições das religiões que buscam o controle pela culpa e punição. “O disco propõe a libertação destas noções religiosas dogmáticas, defendendo a ideia de que somos todos deuses e de que ‘a verdade’ e a espiritualidade não pertencem a uma única religião”, declara o vocalista, também principal letrista da banda.

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Devaneio é uma banda criada por Leo Correa, e que conta com músicos que já se apresentaram com Elza Soares, Paulinho da Viola, Abayomi Orquestra, entre outros – além de terem seus próprios projetos e discos musicais autorais, como Astro Venga e Inquilinos da Casa Verde. O projeto traz entre as influências musicais os Mutantes, Novos Baianos, Clube da Esquina, Secos e Molhados, Baden Powell, Tim Maia, Pink Floyd, Jethro Tull, Jimi Hendrix, Emerson Lake & Palmer, Led Zeppelin, Beatles e Black Sabbath.

As músicas do Devaneio trazem composição de Leo Corrêa, também responsável por voz, violão e gaita. Também fazem parte do Devaneio os músicos Christian Dias (guitarra, violão e piano rhodes), Matheus Schmidt (baixo e baixo fretless) e Gabriel Loddo (bateria e piano rhodes). A percussão tem participação especial de Alexandre Garnizé, em quase todas as faixas, exceto “E o verbo se fez deus” e “Bezerro de Ouro”. A gravação do álbum foi realizada no Estúdio Carolina (Rio de Janeiro, Brasil), com gravação, mixagem e masterização de Angelo Wolf. A assistência de gravação ficou por conta de Kayan Guter. A capa do disco “Devaneio” ficou a cargo de Ezekiel Moura (ilustração), e Hélcio Queiroz (Design). As fotos de divulgação do Devaneio são creditadas a Dan Sant’Anna, que contou com assistência de Lucas Sant’Anna.

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FONTE: Julia Ourique Assessoria

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