Amy Lee: as músicas do Evanescence estão “indo para um lugar ainda mais cru”

No mês passado, os fãs finalmente tiveram o primeiro gosto musical do The Bitter Truth – o novo álbum do Evanescence em nove anos. E a vocalista Amy Lee agora sugeriu o que mais virá do álbum seguinte ao single Wasted On You, com “um punhado de músicas que já estão mixadas, terminadas e prontas para começar”.

Em entrevista à Music Week, Amy descreve as músicas mais recentes da banda como “todas diferentes”, mas com um tema unificador: “Eu acho que até agora a única coisa que as une é ir para um lugar ainda mais cru”.

A razão para isso, continua a cantora, é que o Evanescence queria voltar ao rock após o Synthesis de 2017, um álbum que apresentava retrabalhos orquestrais e eletrônicos de material antigo, além de duas novas faixas.

“[Synthesis] foi incrível, assim como a experiência de tocar com uma orquestra ao vivo, mas foi preciso muito trabalho em nível interno”, explica Amy. “No final, estávamos todos realmente prontos para voltar ao rock. Não quero dizer que nosso novo álbum andou pra trás, porque não – é grande, poderoso e gostoso. Mas não fizemos nenhuma orquestra [partes] em nenhuma das novas músicas, e não é porque não pudemos nos reunir cpor causa da pandemia!”.

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Com a banda afirmando que lançará The Bitter Truth “incrementalmente ao longo de 2020”, Amy acrescenta: “Ainda estamos escrevendo nossa nova música e a pressão está definitivamente pesada agora que lançamos Wasted On You. Acendemos o fusível e agora estamos ferrados (risos)…”. Em novembro passado, durante uma AMA do Reddit, Amy foi questionada sobre o próximo álbum do Evanescence e disse que estava ouvindo as novas músicas da banda “todos os dias”.

“Estou absolutamente vivendo nisso”, escreveu Amy. “Este é sempre o meu caso, realmente, mas estou no centro da zona agora, assistindo a imagem tomar forma e nadar dentro de cada peça nova como ela aparece. Mal posso esperar para você ouvir. Está escuro e pesado. Também tem momentos estranhos e esparsos. Um pouco de tudo. Definitivamente, algumas vibrações do [álbum de 2006] Open Door, mas não são as mesmas”.

FONTE: https://www.kerrang.com/

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